segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Dor...


A dor nem sempre é fácil de desaparecer… Fica sempre, nós é que aprendemos a viver com ela. Com o passar dos dias, meses e até anos, há um dia que marca essa dor, que doí mais do que nos restantes dias, porque lembro-me sempre que foi o dia em que partiste.

Não houve tempo de me despedir, de te abraçar, de te dar um beijo e dizer que eras uma pessoa bastante especial para mim. Que conseguiste ser mais, do que qualquer outra pessoa, mesmo sem ter os mesmos recursos, conseguiste encher-me de amor, esperança, de alegria, sem nunca pensar que um dia irias partir.

Com estes anos que já passaram, já me mentalizei, mas mesmo assim continuas no meu coração, e o significado de nos termos mudado para onde moravas, tornou-se especial. Porque tenho a certeza que querias que fossemos nós a morar lá. Naquela casa, agora restaurada, mas com algumas pedras antigas que ainda ficaram, só me lembro de viver bons momentos, de ter umas férias especiais, de acordar e já teres feito mil e uma coisas, sem me dares espaço para fazer seja o que for, porque sempre quiseste cuidar de mim, como fizeste desde a infância.
E no momento em que mais necessitaste, eu estive lá à tua beira, não pude estar até ao final, mas estive contigo na tua casa, a cuidar de ti, como já fizeste comigo.

Sinto saudades tuas avó, de ouvir a tua voz, de conversar, de dormir na mesma cama que tu, de comer biscoitos, de me sentar na minha “banca” que tinhas só para mim, naquela cozinha velha, cheia de fumo. Tenho a certeza que estarias orgulhosa das decisões que fui tomando. 

Nunca imaginaste se calhar que pudesse encontrar o meu “príncipe aventureiro” na terra onde vivas e agora moro. Tenho a certeza que irias ficar contente.

Ao escrever este texto, sinto um aperto cá dentro, é a saudade dos bons momentos passados contigo…

Difícil tarefa de ter uma carroça

imagem net

É difícil e todos os anos é a mesma história, de a minha carroça (é assim que eu a trato) chumbar na inspeção. Ou porque falta isto, ou porque falta aquilo… Porque o médio está alto, e o máximo está baixo, porque chia ou porque tem qualquer coisa estragada. Não há um ano em que ela passe à primeira, tem sempre defeito, é incrível.

Ter um carro e/ ou carrinha tem sempre despesa, é certo, mas quando se compra um carro usado e não se sabe quem foi o antigo proprietário que estragou aquela porcaria toda, e não se sabe o estado em que se compra, dá nisto.
Posso dizer que agora tenho uma carroça decente, mas isto é agora, já tenho o veículo há cinco anos e porque mudei de mecânico, que percebia tanto de mecânica como eu e só estava mesmo era a estraga-la mais, do que já se encontrava.
Mas com algum esforço, lá se conseguiu colocar o veículo nos trinques, mas mesmo assim, é preciso manutenção, pois é uma carrinha que anda todos os dias, e claro que as peças infelizmente não duram uma vida, como eu gostaria, por isso todos os anos tenho sempre coisas para mudar, porque estão gastas e vão se desgastando, como é normal.

Mas o mais incrível ainda é a quantidade de peças que não coincidem com a própria carrinha, por exemplo, um parafuso mais pequeno do que o normal, para além de fazer uma enorme barulheira nos paralelos, estava a pôr-me em risco. E já não é a primeira vez que me dizem isto, que encontram peças que não coincidem, ou então que ficaram por lá perdidas. Por isso, quando se vai a um mecânico a preço de saldo, dá nisto…

O melhor mesmo é não arriscar! 

E agora vamos nós à segunda ronda da inspeção para ver se é à segunda que passa!

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Aos olhos de quem não percebe nada…

Hoje apetece-me falar um pouco sobre a área pela qual penso ter um voto na matéria, pois é essa mesma área que me põe o pão na mesa (ou não), mas isso não interessa nada. Continuemos para não vaguear para outros assuntos.
 
Quando pegamos numa revista ou jornal, em que todo ele é a cores, chama à atenção logo pelas cores, pela bela fotografia brilhante e chamativa e pelos enormes títulos e pelas cores dos mesmos, ao invés de um jornal a preto e branco, em que apenas tem algumas páginas a cores carregadas de publicidade, ou imaginemos até uma revista a preto e branco.

No mesmo patamar podemos ver as publicidades inseridas, com cores chamativas e atraentes por si, dá outro ar, dá vontade de ver do que se trata. 

E ao juntar a palavra criatividade, consegue-se fazer coisas incríveis.

Ao observar um jornal ou revista, muitas das vezes o mais chamativo numa página são as notícias, e encontrar uma publicidade sozinha ou duas, dá-lhe sobretudo visibilidade, ao invés de, numa página se colocar lá uns dez quadrados de publicidades diferentes, é logo uma página a passar despercebida.

Uma coisa são os classificados, outra coisa completamente diferente, é por exemplo querer fazer uma publicidade à minha empesa, e saber que vou ter que partilhar o espaço com outras empresas com a mesma área que a minha, ou até diferente, a verdade é que não me dá vontade nenhuma, porque sei que a mensagem não vai ser lida, e ao ter uma página “só minha” ou dividida por outra publicidade apenas, sei que ela vai ter visibilidade, porque normalmente, as notícias chamam pelos leitores, e consequentemente vê-se a publicidade inserida naquela página.

Muitas vezes são estas pequenas diferenças insignificantes, mas muito importantes, que pessoas que não percebem nada do assunto fazem com que o teu trabalho seja visto de forma pouco profissional, sem valorização nenhuma, quando apenas tens que te guiar pelo que está estipulado, nos moldes, e por muito que se queira fugir à regra, nem sempre é possível...

Comédia na hora de almoço…

Pois é também faço umas graçolas de vez em quando, saem assim do nada, sem eu própria contar com o que digo e de vez em quando sai este tipo de piadas.

Fui comprar uma revista e diz-me a senhora:

- Menina quer recibo?! Se calhar é melhor – pergunta e responde ela própria.
Ainda a rececionar o que a senhora me tinha acabado de dizer, sai-me algo assim:

- Realmente não vale a pena o talão, só se vier cá trocar a revista por outra!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Limitação?! …

Ainda bem que moro numa moradia, com um pequeno terreno para as plantações hortícolas, e claro para a bicharada que tenho em casa poder passear à vontade, sem ter nenhuma lei que me limite o número de animais de estimação que posso ter.

Confesso que não sou grande apreciadora de apartamentos, nunca vivi num, mas não me imagino a viver, porque tenho a certeza que não conseguiria adaptar-me.

Neste momento, tenho três gatos e um cão. Mas já tive mais, e claro, já tive menos.

Para mim, os animais de estimação são o melhor do mundo, são uma bela companhia nos serões de fim-de-semana, nas brincadeiras, na educação deles também, claro! Porque isso não é só brincadeira, tem que ter educação também, se não era o reboliço lá em casa, cada um a fazer o que quer...

Mas continuando, não percebo muito bem o porquê desta limitação, em vez de pensarem na limitação do número de cães e gatos que se pode ter num apartamento, deviam pensar no número ilimitado que existe de animais abandonados, e fazerem alguma coisa de útil em prol desse problema.

Não sei, é só uma ideia muito mais vantajosa do que propriamente limitar o número de animais de estimação.

Vontade súbita

Nestes últimos dias, tenho tido uma vontade súbita, sabe-se lá porquê, de me aventurar a fazer alguma coisa diferente, inovadora, criativa, sei lá eu!

Como se diz sair da minha zona de conforto…

Tenho pensado em várias coisas, desde cozinhar a bijuteria, que sinceramente nem sei se irei conseguir fazer alguma, porque falta experiência na matéria, falta conhecimento e também falta de criatividade… Mas mesmo assim continuo a pensar, a tentar ter ideias, saber como começar e como levar esse projeto para a frente…

Vontade de fazer alguma coisa, não me falta, o que me falta neste momento é conseguir organizar a cabeça para saber por onde começar, e o que quero realmente fazer…

Apesar de estar em parceria com outro projeto solidário com a jovem cronista de “CrónicasSolidárias”, que felizmente têm tido um bom feed back com a revista digital, gostaria de fazer mais, fazer algo que goste mesmo, como fiz com este projeto.

Se calhar é melhor esperar que esta vontade súbita passe, ou então aproveitar esta vontade súbita e fazer alguma coisa, algo que me motive, que me dê outro ânimo… 

Resumindo que me preencha :)


Ideias serão todas bem-vindas!!!