segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Aproveitar a hora de almoço

Hoje rentabilizei bem a minha hora de almoço… Fui ao chinês comprar uns médios para a minha carrinha, porque um foi-se… e o outro deve de ir a caminho… São mais baratos e duram como os outros...

Mas é engraçado, porque perguntei à senhora se eram médios e ela disse-me “que não sabia!” e eu pensei “então não sabe o que vende?!”, mas também disse “que tinham muita saída!” 

Trouxe na mesma e logo o especialista nestas andanças vai ver se fiz uma boa compra ou não!

Antes de regressar ao estaminé, ainda passei por um hipermercado e fui lá buscar uns docitos... Assim nada de especial. Dá para me ir entretendo, durante a tarde, a ver a chuva (segundo os meteorologistas)… e a trabalhar!

Bem, é como se costuma dizer… o que não mata engorda! 

Por isso vou aproveitar! 


Depois queimo no zumba!!!!

Melhor do fim-de-semana... Dormir!

Acho que nunca tive um fim-de-semana como este... Posso dizer que tenho as baterias completamente carregadas! 

Foi um fim-de-semana a descansar e a fazer o que realmente gosto... Dormir! Lol, é verdade. Acho que nunca dormi tanto.
Era dormir até tarde! Tirar uma sesta! E ainda conseguir dormir à noite! 

No Domingo já não dormi tanto, mas tive alguns familiares em casa, sempre deu para colocar a conversa em dia e divertir-me com eles!

Devia de fazer isto mais vezes, hoje estou com um sorriso estampado no rosto! Com energia para tudo e mais alguma coisa e bem-humorada! 

:) Por isso... Um ótimo dia para todos!
 

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Falar em emigração…


Eu sou mais uma no meio de tanta gente que tem família fora, no estrangeiro, espalhados por esse mundo fora, à procura de melhores condições de vida, de sustento para as suas famílias, em que muitas vezes só a vem a Portugal de meio em meio ano, e o tempo que cá passam a matar saudades, nunca é suficiente. 
 
Eu falo pela experiência que tenho, há 12 anos que o meu pai é emigrante, anda pelos países vizinhos em trabalho, à procura de melhores condições de vida. Muitas vezes, vem um fim-de-semana de mês a mês, já chegou a vir de 15 em 15 e até de 8 em 8 dias, porque era no país vizinho. 

Atualmente está mais longe, vem de mês a mês, mas apesar de já terem passado doze anos, a partida custa sempre, é aquele aperto no coração, é a saudade que tende em não desaparecer, às vezes com um telefonema, a coisa ainda se compõe, mas mesmo assim não é suficiente… Custa muito, não ter um pai sempre presente, quando chegamos a casa, não o ver, não o ouvir, não sentir que ele está ali, e que está longe.

Para além do meu pai, que é uma das pessoas mais importantes da minha vida, tenho mais familiares espalhados por esse mundo fora, vai desde tios, primos, cunhados, alguns amigos de infância, e se foram para lá e continuam a partir é porque o país onde vivemos está a descambar de tal maneira que qualquer dia, não vai restar cá ninguém. 

Eu sempre tive vontade de emigrar, confesso e nunca escondi isso de ninguém, apesar de toda a gente me dizer que o modo de vida de um emigrante não é o mesmo como se estivesse em Portugal, mas mesmo assim nunca desisti, apenas deixei esse projeto dentro de uma gaveta fechado, e confesso que qualquer dia, consoante as coisas andam por cá, vai acontecer abrir a gaveta e aventurar-me por esses países fora à procura de melhores condições de vida.

Adoro esta expressão...

Pimenta no traseiro (cú) dos outros para mim é refresco!

Pronto, era só isto... 
Podia dar para pior!


terça-feira, 15 de outubro de 2013

Anormalidades…

Até pode ser estúpido, mas pode ser interessante de ler, porque deve acontecer a mais pessoas… Penso eu!

Conduzir todos os dias, sem companhia, apenas com a companhia da rádio, ou às vezes nem isso, começamos a domesticar hábitos anormais, que com o tempo, vamos achá-los normais.

Bom, um pouco confusos, eu explico!

Todos os dias faço o trajeto casa-trabalho, trabalho-casa, na maior parte das vezes sozinha, por isso comecei a notar os meus hábitos estranhos de cantar sozinha, que quem olhar deve pensar “aquela ali é maluca, está a falar sozinha”, ou então até estar a pensar em alguma coisa e de repente começar a falar sozinha (também já aconteceu); mexer os braços com alguma música que dá vontade de dançar, enquanto estou presa no trânsito, de responder a coisas que perguntam na rádio; entre outras anormalidades.

Depois também apanhei o hábito de resmungar com a minha carrinha, quando tenho que lhe meter gasóleo, quando ela avaria, quando ela cisma em não quer subir ou lembra-se de “morrer a meio” nas subidas, a culpa até pode ser minha, mas resmungo com ela na mesma e às vezes até me sai “queres que te dê uma ajudinha, vou lá fora empurrar-te! Queres?!” 

Também resmungo com alguns condutores (dentro da carrinha, claro) que adormecem nos semáforos, e temos que ficar novamente à espera que mude o sinal. Ou aqueles que andam a passo de caracol, quando o sinal mostra que o máximo que se pode andar é a 50, outros que não dão pisca para virar, (eu não adivinho).

Bom, isto começa a ser estranho, quando raramente levo alguma companhia, e sai-me estas barbaridades da boca fora, como se eu achasse normal. 
Porque a pessoa que vai ao meu lado, não acha normal, até pensa que bati com a cabeça em algum lado.