terça-feira, 15 de outubro de 2013

Anormalidades…

Até pode ser estúpido, mas pode ser interessante de ler, porque deve acontecer a mais pessoas… Penso eu!

Conduzir todos os dias, sem companhia, apenas com a companhia da rádio, ou às vezes nem isso, começamos a domesticar hábitos anormais, que com o tempo, vamos achá-los normais.

Bom, um pouco confusos, eu explico!

Todos os dias faço o trajeto casa-trabalho, trabalho-casa, na maior parte das vezes sozinha, por isso comecei a notar os meus hábitos estranhos de cantar sozinha, que quem olhar deve pensar “aquela ali é maluca, está a falar sozinha”, ou então até estar a pensar em alguma coisa e de repente começar a falar sozinha (também já aconteceu); mexer os braços com alguma música que dá vontade de dançar, enquanto estou presa no trânsito, de responder a coisas que perguntam na rádio; entre outras anormalidades.

Depois também apanhei o hábito de resmungar com a minha carrinha, quando tenho que lhe meter gasóleo, quando ela avaria, quando ela cisma em não quer subir ou lembra-se de “morrer a meio” nas subidas, a culpa até pode ser minha, mas resmungo com ela na mesma e às vezes até me sai “queres que te dê uma ajudinha, vou lá fora empurrar-te! Queres?!” 

Também resmungo com alguns condutores (dentro da carrinha, claro) que adormecem nos semáforos, e temos que ficar novamente à espera que mude o sinal. Ou aqueles que andam a passo de caracol, quando o sinal mostra que o máximo que se pode andar é a 50, outros que não dão pisca para virar, (eu não adivinho).

Bom, isto começa a ser estranho, quando raramente levo alguma companhia, e sai-me estas barbaridades da boca fora, como se eu achasse normal. 
Porque a pessoa que vai ao meu lado, não acha normal, até pensa que bati com a cabeça em algum lado.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Leitura em dia... Finalmente





FINALMENTE terminei de ler o livro “No país das vacas sem olhos” de Eugenia Rico, que comprei em meados do final de Julho, se não estou em erro, comecei a ler nas férias de verão e depois estacionei-o na prateleira sem nunca mais tocar no livro. 

Entretanto, quando andei a arrumar a prateleira, tirei-o de lá e continuei a ler, quando já só faltavam ¼ das páginas para o terminar, deu-me a preguiça, e voltei a estaciona-lo, porque foi na altura em que voltei a tomar medicação, e à noite não dava vontade de ler, porque o sono vinha logo. 

No entanto depois de andar uns dias a passear comigo na mala, HOJE terminei de o ler, na hora de almoço. 

E confesso que apesar das pausas que fiz, gostei muito de o ler, recordei a história em si, de uma mulher jornalista pelos caminhos secretos da India.

Apesar de o título ser estranho, é uma viagem apaixonante e viciante!

Apreciar a chuva!


Não há nada melhor do que apreciar esta chuva, deitada num sofá, com uma caneca de chá quente, uma manta a tapar os pés e a ler um livro, na companhia da minha bicharada… 

Bom isso era o que eu estava a imaginar...

Mas a realidade é que estou a apreciar a chuva, pela janela do escritório… Já não é mau… Era pior andar na rua com esta chuva…


:)

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Ataque de romantismo


Quando penso na palavra “nós”, apesar de pequena, essa palavra é enorme no que transmite, principalmente quando falamos em amor.

Para uma relação funcionar, independentemente do sexo que for, tem que haver duas pessoas. Duas pessoas pelas quais lutem diariamente para a relação funcionar, não pode simplesmente ser só um a puxar. Tem que ser os dois e para o mesmo lado e não em lados opostos.

O que quero dizer com isto?!

Bem, a verdade é que estamos juntos seguramente há cinco anos, e nestes cinco anos, muita coisa aconteceu, algumas boas, outras menos boas, mas tentamos sempre puxar para o mesmo lado e incentivar o outro a não desviar o seu caminho, se não a corda podia romper-se. Mas uma coisa é certa, o sentimento que cresceu em nós, é algo inexplicável mas ao mesmo tempo maravilhoso poder partilhar contigo.

Eu cresci muito nestes anos, e não foi de altura, porque continuo na mesma, pequenina como a sardinha, mas cresci, amadureci, sei o que quero, o que vale e não vale a pena lutar, o que posso deixar voar, porque sei que há-de regressar, porque confio e em quem não devo confiar.

Muita coisa mudou, de uma menina ingénua, que apenas se preocupava com futilidades, considero-me uma mulher que sabe os valores que tem, que se preocupa para além do seu umbigo, que dá valor a pequenas coisas, mesmo que pareçam insignificantes, mas o principal de tudo, sabe o que quer!

Passamos por tudo um pouco, e nesse tudo um pouco deu para perceber que és o tipo de pessoa pela qual me identifico, com ideias fixas, com humildade, com sinceridade acima de tudo, que respeita e gosta de ser respeitado, que adora divertir-se e fazer os outros divertirem-se. 

Se és o protótipo de um HOMEM IDEAL? 
Não, não és, porque não existem na realidade a BARBIE E O KEN, que são perfeitos, que contas histórias de encantar perfeitas para crianças. 

Mas és a pessoa pela qual pretendo continuar a dividir a minha vida, com as tuas qualidades e defeitos, com as tuas maluquices e traquinices, gosto de ti tal e qual como és e não pretendo que mudes! Sê original a ti mesmo! Porque foi isso que me fez apaixonar por ti, e continuar apaixonada a cada dia que passa!



PS.: Momento romântico! In love...