quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Criatividade e imaginação a carregar...



Como é que possível a criatividade e a imaginação voltarem ao patamar de cima, a partir do momento em que um projeto novo inspira a continuar, a dizer que tu vales a pena!

Pensava mesmo que já não valia a pena… Mas afinal basta ter um projeto diferente do que se está habituado para conseguir passar obstáculos constantes que assombram.


terça-feira, 24 de setembro de 2013

Capacidade de distinguir… MOTAS


Isto de namorar com alguém viciado em motas tinha que tirar algum proveito!

Ora vejamos, estava em casa descansada da vida, quando ouvi uma moto4 a passar, mas o barulho não era igual à do meu namorado. Por isso desvalorizei. Passava de um lado para o outro, sempre, não parava, pensei para com os meus botões “foi algum viciado que deve ter comprado mota recentemente, para andar com a adrenalina a subir à cabeça!”

Depois quando estava a conversar com o M. contei-lhe o episódio da mota e disse, “não era uma LT-R”?

Ele espantado com a minha capacidade de distinguir uma LT-R pela LT-Z, perguntou como é que consegui distingui-las?

Eu respondi-lhe que o barulho de uma e de outra mota não eram iguais e que o espanto dele não devia de ser assim tão grande, pois namorar com alguém que é viciado em motas, tinha que tirar vantagens (mesmo que não saiba muito bem para quê que servem) 

Mas pelo menos sei distinguir uma mota da outra :) já não é mau...

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Gosto muito!


Quem já leu alguns textos deste blog, deve perceber que eu não vou muito á bola com algumas das minhas vizinhas por serem umas coscuvilheiras do pior.

Ora está oficialmente aberto os passeios de domingo de manhã, com motos 4, motas, jipes e tudo o que ande no monte, ou florestas, em ribeiros, por cima de paus e pedras e que venham cheios de lama, e felizes da vida.

Isto é uma verdadeira consumição para algumas das minhas vizinhas, porque reclamam que fazem pó, ou fazem barulho, ou incomodam, ou reclamam simplesmente por reclamar.

Eu moro naquela zona há seguramente 4 anos e nunca me incomodei pelo facto de passarem na rua, que é uma via pública que dá acesso para o monte.

Pois agora elas vão ter que gramar á brava, porque com sorte estes passeios só terminam em meados do próximo ano, quando chega o calor. A maior parte deles deixa de andar só por essa altura, porque segundo um especialista que conheço, diz que a temperatura nos montes e florestas é superior ora se tiver frio ou se tiver calor.

Por isso uma coisa é certa, todos os domingos vai haver festival quando eles passarem, vou fartar de me rir a ver braços no ar, pernas a espernear e a gritarem que estão a sujar as janelas ou as portas, que é um barulho insuportável, e outras coisas mais.


Temos pena! 

Há pessoal que se incomoda com pouco!

Nem sempre é fácil

Nem sempre é fácil encarar a vida com bons olhos, quando temos a cada esquina obstáculos pelas quais não estamos habituados a lidar e não sabemos como nos desenrascar;

Nem sempre é fácil lutar, quando estamos desarmados, ou sem forças, ou porque simplesmente desistimos.

Nem sempre é fácil reconhecer as pessoas, quando num dia são uma coisa e no outro dia mostram-se pessoas completamente diferentes.

Nem sempre é fácil mostrar um sorriso quando na realidade, é uma lágrima que se quer deixar cair.

Nem sempre é fácil encarar os problemas, quando eles se vão acumulando no dia-a-dia.


Realmente a vida não é fácil….

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Ai e tal a pergunta da praxe!


É engraçado, como sou muitas vezes bombardeada com a mesma pergunta da praxe “então quando é que te casas?” ao qual eu respondo sempre com a mesma resposta “não me vou casar!”
 
Alguns ficam atónicos a olhar para mim, como se fosse a coisa mais absurda que já ouviram na vida, outros perguntam o porquê? E ainda tenho alguns que tentam convencer-me do contrário.

Ora vamos lá esclarecer as coisas. Quem decide se quer casar-se ou não, sou EU. Por isso agradeço todos os conselhos que me dão, mas já há muito tempo que a palavra casar, não faz parte do meu contexto futuro. Mas a palavra união de facto, essa sim, faz parte dos meus planos, a médio prazo.

Para mim a ideia de casamento, passou ao lado, ao longo dos anos, ao ouvir familiares dizer que hoje em dia não é uma aliança no dedo que vai fazer a diferença, que um papel assinado não muda nada. 

Porque a ver a quantidade exorbitante que se gasta, fez-me pensar mil e uma vezes, se valerá a pena. Quando esse dinheiro pode ser investido num lar, pela qual vamos os dois viver debaixo do mesmo tecto.

Tendo em conta que as famílias de ambos os lados são enormes e, ou convidamos todos ou não se convida ninguém, para não falar de amigos de longa data, que sempre estiveram do nosso lado, para o bem e para o mal. Nesta altura especial para nós não os iriamos convidar?! É a mesma coisa, ou convidamos todos ou não convidamos ninguém.

Por isso, olhando para o presente, e receando um pouco o futuro, porque não sei o que acontecerá, gastar essa pipa de massa não faz parte dos meus planos. 


Por isso da próxima vez que se lembrarem de me perguntar quando vou casar, vou pedir para passarem no blog :)