terça-feira, 20 de agosto de 2013

A bendita mala :)


Hoje na minha hora de almoço, como já voltei à rotina habitual, resolvi ir à feira com uma colega de trabalho.

Com o calor que lá estava, mesmo debaixo das tendas, havia pouca gente, porque devem-se ter lembrado de ir todos de manhã com a fresca, e entupiu a cidade, (estava um caos para eu conseguir chegar ao trabalho a horas).

Mas continuando como não estava em modos de gastar grande fortuna, fui diretamente a uma tenda de malas, que era o que precisava.
E depois de ter dado uma vista de olhos nelas todas, assim de relanço, dei de caras com a mala ideal, aquela que andava á procura, mesmo a minha cara. Apenas estava indecisa na cor (cinza ou bege).

Perguntei o preço à senhora e não me agradou nada (sou um bocado forreta em alguns aspetos, este é um deles, no que toca a desembolsar), perguntei se tinha mais baratas, mas os meus olhos só se fixaram naquela, não me agradava mais nenhuma. 

Quando estava decidida a virar costas à mala dos meus sonhos (lol, grande exagero), mas aquela que andava à procura, a senhora deve ter persentido a minha dor, de querer aquela mala, que era mesmo a minha cara e não a puder ter, então resolveu baixar o preço. Aí, a coisa mudou de figura, aceitei logo sem regatear mais nenhum preço. Achei porque estava dentro do orçamento que podia gastar.

E Final Feliz para mim que consegui trazer a mala em bege a um preço mais baixo.

Coisas que eu gosto


Hoje apetece-me falar de coisas que EU gosto, que inspiram e por vezes me levam a sobrevoar a imaginação, como se estivesse nas nuvens, a imaginação não tem limites e muitas vezes a criatividade renasce daí (e ando a precisar).
Mas continuando, vou falar de vários temas, desde moda á cozinha, desde desenhar à arquitetura. Basicamente o que me fascina.






Vou começar pela área design, aquela em que estou inserida, não na parte que me agrade, mas na parte em que consegui trabalho. O design para mim desde pequena, sempre despertou facetas interessantes, tanto a mim como aos meus pais. Tinha a mania de pegar num papel e recriar o que via, cheguei a desenhar uma nossa senhora de Fátima, um auto retrato, e mais algumas coisas que agora não me veem à memória. Quando passei para a escola básica e secundária, para além de gostar da área de visual, desenhava muita roupa, roupa que já existia, colocava sempre aquele toque meu. E pensava eu, vir a ser uma estilista de sucesso, (se tivesse seguido a área, ou não, não sei!). Quando a escola terminou, ainda eu sem rumo, surgiu a oportunidade de me inscrever num curso de design. Eis a cereja em cima do bolo, como se costuma dizer. O curso abriu-me vários horizontes. Quer isto dizer que comecei a interessar-me por outras áreas, a fotografia e a arquitetura foram uma delas. Lembro-me que tive que fazer uma entrevista, e resolvi na altura fazer a um arquiteto, que tudo o que ele me disse me fascinou bastante na altura.





Mas atualmente o meu foco de interesse na área do design vai única e exclusivamente para a fotografia. O problema, é que se calhar não arranjei o melhor sitio para aprender. O sítio caiu-me do céu, numa altura em que mais precisei (em termos financeiros) mas agora quero aprender e evoluir positivamente, mas não estou a conseguir, e por isso desisti do sítio, mas não da área.

Ainda na parte do design, juntando o útil ao agradável, o ideal seria revistas de moda, não porque me interesso pelas revistas femininas, porque também leio revistas de motas, mas também vejo o design delas, como tiram as fotografias, tento ver tudo ao máximo pormenor, para tirar o maior partido do investimento feito (lol) :)


Mas continuando com outros pontos de interesse que eu tenho é a cozinha. Para mim cozinhar é algo que me motiva bastante, e faço tudo um pouco. Acho que tenho jeito para a coisa, e para além de me aliviar o stress muitas vezes, é algo que me relaxa, e depois saber que as pessoas gostaram ainda melhor. Cozinho de vez em quando, e aos fins-de-semana há sempre sobremesas feitas por mim.
Mas a cozinha é algo que tenho que aprender mais a fundo para conseguir aperfeiçoar e melhorar. Porque tudo o que aprendi foram os meus pais que me ensinaram, e depois vou inventando. Mas acho que até podia ter um futuro promissor nesta área.


Não sou uma viciada nas últimas tendências de moda, arranjo-me quase sempre de forma normal, de vez em quando, raras as exceções tento produzir-me, mas nada de exagerado. Gosto de saltos altos adoro, apesar de ser raro andar, adoro vestidos, mas só gosto de andar na altura do calor, de inverno gosto de me sentir quentinha. Uso e abuso dos tops, t-shirts, blusas, mas nada de exagero ou berrante.
Simples e bonita para mim é o meu lema. Estar cuidada sempre, mas nada de saltar à vista, gosto passar despercebida.

Para ser conselheira de imagem acho que não tenho grande futuro, porque acho que cada um tem que ter a sua imagem de marca, marcar a diferença com algo arrojado ou simples.







O meu emprego de criança era ser cabeleireira. Engraçado, pelo facto de já desde pequena treinar para um dia vir a ser uma cabeleireira. Quando me ofereciam bonecas e/ou barbies com cabelo, adorava cortar-lhes o cabelo e fazer penteados. E quando a minha mana nasceu, também lhe fazia tranças, e penteados (só não lhe cortava o cabelo). Foi algo que se foi perdendo com o tempo. Um sonho de criança que apenas permanece na memória.

Ao recordar, estou a lembrar-me de como em criança se ansiava tanta coisa, e como atualmente, apesar de fazer projetos de vida, objetivos para o futuro, nem sempre as coisas correm como queremos ou desejamos. 

Mas devemos lembrar que o destino somos nós que o fazemos e não podemos deixar de acreditar, porque levamos um, ou dois, ou três, pontapés na vida.
Há que levantar de novo e se for preciso recomeçar do zero. Na linha de partida e vencer os obstáculos para nos sentirmos felizes, realizadas.


Ninguém me garantiu que ia ser fácil, mas nunca ninguém me disse para desistir.


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Uma questão de controlo…


Às vezes não é fácil, quando existem situações que nos levam ao limite, ao cansaço extremo, em que perdemos a cabeça e dizemos algo que depois nos arrependemos.

Acontece sempre, infelizmente. Palavras que não deveriam ter sido ditas porque magoaram quem mais gostamos, explosões para a pessoa errada, devido a andar a acumular e explodir à mínima critica, ou simples conversa.

São algumas situações que já me aconteceram, e se calhar acontece a mais pessoas, mas consegui controlar estes meus ataques de mau feitio, e/ou de stress constante.

Tenho o hábito de ler muito, revistas, livros, andar sempre a par de tudo um pouco e num artigo que li numa revista feminina descobri que escrever para o papel é uma boa forma de terapia, porque muitas vezes algo que não consigo expressar perante algo, no papel consigo perfeitamente, e escrevo realmente o que penso.
Por isso, muitas das vezes, quando ando em baixo, solto tudo o que me vai na alma para uma folha em branco, no fim coloco a data, e depois vou lendo e relendo. Escrevendo novas coisas, sentimentos, desabafos, frustrações e confesso que desde que pratico diariamente, tenho-me sentido muito melhor. Os meus ataques de stress são explodidos para as teclas e para a folha de papel em branco, que passado pouco tempo, já está cheia de palavras que formam frases, e essas frases o desabafo que muitas das vezes deveria ter saído.
E no fim, quando finalmente a minha escrita, vai-se tornando mais sensível, a mim quer dizer que já me consegui acalmar.

Foi esta a terapia que descobri para conseguir acalmar-me, porque não é só o tomar a medicação, apesar de acalmar as minhas crises de ansiedade, escrever tem sido para mim a melhor terapia.


Umas das razões que me fez criar o blog foi escrever e querer que as pessoas lessem e dessem a sua opinião. Ou simplesmente ficar no pensamento de quem leu e que ficou registado, por assim dizer, desde uma parvoíce, a um assunto sério, que tenha marcado a diferença.


 

Estive em modo férias...


Pode-se dizer que sim, dormir até mais não, fazer o que gosto,  aproveitar os dias para convivios, almoços e jantaradas, idas ao cinema, pequenos banhos de sol, ler, ouvir música, dançar sempre que ouvia música a tocar, fazer bricolage, sestas a meio do dia, aperfeiçoar-me na cozinha, entre outros…. 

Assim foram passados os meus dias de férias.

Mas nem tudo foi o mar de rosas…  também posso dizer que sim ao facto de estar constantemente em modo stress, por dificuldades financeiras e não abrangendo mais o tema porque tinha pano para  mangas.

Mas tentando tirar proveito desses dias, a verdade é que as férias foram passadas ao lado de pessoas importantes, que conseguiram alegrar os meus dias de mau humor, cada uma a sua maneira, mas conseguiram com que os dias fizessem sentido mesmo estando por vezes num pranto.
 
Também agradeço o facto de ter essas mesmas pessoas na minha vida que fizeram questão de se lembrar num dia que considero especial para mim. 

Nunca fui uma pessoa fútil, mas sou uma pessoa sentimentalista,  por isso ligo muito às pessoas que se lembraram de alturas especiais, não como algumas que se fizeram de esquecidas ou “mortas”, a essas nada tenho a dizer, mas às outras o meu obrigado, por me fazerem lembrar que fazer 24 anos não é nada de mau, tem tudo de bom, há que aproveitar todas as idades que fazemos, porque a verdade é que só fazemos uma vez por ano e uma vez na vida…

Bem e como o que é bom não dura para sempre, retomei ao horário habitual e também aos posts :)


PS.: Durante o período de férias que tive, resolvi mesmo abstrair de tudo, incluindo com o que mais lido (internet e pc).

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Vícios :)






Um dos maiores vícios que considero ter é o ….telemóvel. 

Acho que sou uma “telemodepende” deste pequeno equipamento móvel.

Não em termos de ter a última geração em iphones, ou smartphones. Nada disso, gosto de um telemóvel que tenha uma câmara razoável, para apanhar os melhores momentos, quando não tenho uma máquina fotográfica comigo, que tenha uma boa memória, porque também sou viciada em estar sempre com aplicações novas de jogos (enquanto não os passo não descanso), que seja prático a atender e a escrever mensagens.

Como ando sempre atrapalhada com a mala, marmita, e outros sacos, tudo ao mesmo tempo, e depois com as chaves do carro e o telemóvel sempre na mão, e como ando meia cansada, consigo facilmente esquecer-me sempre de alguma coisa em casa, que iria precisar, mas não volto atrás.

Agora se pressentir e depois de esvaziar a mala, não o encontrar, sou menina de dar meia volta e ir buscá-lo.
Para além disso, é raro andar com o telemóvel na mala, ando imensas vezes com ele na mão. Não sei ao certo porquê, foi vício que apanhei de certeza. Por quando o meto na mala, é uma atrapalhação procurá-lo no meu da minha confusão que é uma mala de mulher. (se calhar nem toda a gente é assim, a minha é muita confusão). Quando ele toca ou estou a responder a mensagens, ando sempre com o telemóvel na mão, por achar ser mais prático :) Manias minhas…

Lembro-me, quando andava na escola, há uns anitos atrás, aprendi com colegas meus, escrever mensagens sem ser preciso olhar para ele. (mas isso era antes quando o telemóvel tinha teclas), atualmente não é bem assim. Tenho que estar a olhar para o telemóvel para escrever em condições. E tinha também a mania, para ser mais rápido de escrever tudo abreviado. Hoje em dia, uma palavra ou outra lá calha, mas não era como dantes :)


Pronto, quando virem uma menina com o telemóvel na mão… de certeza que devo ser eu, porque consoante já rondei… acho que sou a única com esta mania :) não sei…